Eventos 2014

2014



2013
Abril - Dia 14 - Retiro
O Retiro de pais e catequizandos da Eucaristia da Matriz e capela Santa Bernadete, aconteceu no Seminário Rogacionista João Paulo II e contou com a participação maciça dos catequizandos que se preparam para receber a primeira Eucaristia. A assessora do Retiro, a Formadora Geane e toda  a equipe fez uma linda preparação do ambiente para um momento de muita espiritualidae e reflexão. Seguem algumas imagens deste dia. Parabém á equipe que se empenhou e parabéns aos pais e aos catequizandos que compareceram!





















































































































































































Fevereiro
Retiro de Catequistas realizado no Colégio São Carlos Borromeo


 Tirem as sandálias...
 Ungidos...
 Adoração...
 Café matinal...
 Adoração com o Diácono Luciano...
 Diane começa o retiro...
 A experiência...
 com os calçados trocados...
 A riqueza de conhecimentos...
O Almoço.

Março


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2012
Retiro de Catequistas 12-Fevereiro
video


É com muita alegria que a Coordenação da catequese vem agradecer aos Catequistas pelo retiro relaizado.
Foi um misto de ações que fez com que pudesse ser realizado e dentre eles destacamos a sua presença.
Com a temática Rogacionista, a Vida de Santo Maria Aníbal de Francia o retiro teve inicio com a adoração ao Santíssimo, uma devoção muito forte deste Santo desde seus tenros dias.
O Pe. Geraldo Tadeu  convidado especial para trabalhar esta temática soube conduzir e cativar os corações ali presentes.

Foi um dia de aprofundamento na vida Rogacionista e que muitos dos participantes manifestaram sua alegria em ter aprendido mais de Santo Aníbal que é o fundador dos Padres Rogacionistas. Eles estão presentes em nossa Comunidade desde 1980 e poucos sabiam da linda história de Catequese que este Santo viveu em sua época. Catequizou para as vocações e hoje reavivamos este compromisso.

Muito obrigado à todos!!!

Edno Stanger e joseliane Anacleto Stanger
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2011


Curso de Missiologia

Paróquia Bom Jesus - Cabral


Abril


Nos dias 08, 09 e 10 de Abril aconteceu na casa de retiros do Mossunguê a Escola de Coordenadores onde estiveram participando como representantes da paróquia Nossa Senhora Aparecida, Edno Stanger e Altair C. de Freitas.
Os coordenadores de várias paróquias da Diocese de Curitiba presentes na escola, foram recepcionados na sexta-feira a noite 20:00hs com a Acolhida, Apresentação da Escola seguida de Mística e oração antes de descansar.
No sábado foram despertados a 6:00hs e recebidos na Capela local para a Missa as 7:30. Durante o dia ocorreram as palestras, motivações e intervalos com laches, cafés e refeições.
1 O conteudo aplicado nos dois dias foram:
2 Ministério da Coordenação - Conego André Biemarki
3 Planejamento na catequese - Léo Marcelo P. Machado
4 Exercicios de Planejamento
5 Itinerário catequético - Pe. Roberto Nentwig
6 O Coordenador e a catequese na arquidiocese
Houve entrosamento entre os participantes, troca de experiências e muito mais. Tudo de grande valia para bom andamento e desenvoltura da catequese como um todo.
Lembrando que esta é apenas a Primeira Etapa e que a Segunda ocorrerá nos dias 01, 02 e 03 de Julho/2011 para conclusão do aprendizado.
Foi muito bom e proveitoso estes dias de encontro.

Esperamos no ano que vem poder levar pelo menos 4 coordenadores para participar deste evento.





Fevereiro

27/02/2011 - Encontro com Formadores de Catequistas - Cenáculo Arquidiocesano.





20/02/2011 - Encontro com Coordenadores Paroquiais - Paróquia Nossa Senhora do Equilíbrio. Primeio encontro do ano, promovido pela Arquidiocese de Curitiba, onde participaram coordenadores paroquiais de catequese de Curitiba e Região metropolitana.

Intervalo para dar uma conferida nos novos títulos e sibsídios...

27
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Setembro


3
Dia 25 de Setembro
II Expocatequese.
Nossa Segunda Expocatequese foi uma ótima oportunidade para mostrar o empenho, e o amor com que fazemos nossa Messe. As crianças se divertiram e aprenderam com os colegas e também mostraram o que sabiam. Ensinar e aprender são parte do crescimento, e se isso vir junto com alegria e amizade, melhor ainda! Quando termina um evento como este, o próximo já começa a nascer.
Então, vamos lá, rumo á terceira Expocatequese!!

2
Dia 19 de Setembro
Repasse do II Congresso Vocacional do Brasil (das 8h às 18h)
Local – Seminário Rogacionista João Paulo II
Palestrantes –
Pe. Geraldo Tadeu Furtado, (rcj)
Missa – Abertura Pe. Geraldo Tadeu e Pe. Valdecir
Catequista que participaram – Altair, Dalva, Edno, Josi, Sr. Osvaldo, Marli, Gleiciane, Geane, Suélly, ....


Síntese:
I) MARCO SITUACIONAL - Vocações no atual contexto sociocultural e eclesial
UMA REALIDADE COMPLEXA E AMBÍGUA
Pe. Agenor Brighenti iniciou sua apresentação afirmando que nossa realidade é muito complexa e com ambiguidades. “Vivemos num contexto de crise. Nosso tempo é marcado por profundas transformações”, afirmou. E a consequência é o sentimento de orfandade, de abandono. Por outro lado, o assessor disse ser um privilégio passar por crises: “Pode gerar um novo nascimento, possibilitar uma nova oportunidade”.
CONCLUSÃO
Deus não nos abandonou. Continua conosco... Nossa missão é, basicamente, irradiar. Está implícito que no discipulado já está a missão. Este conceito vem de Aparecida. A grande preocupação, ao invés de aumentar as paredes dos templos, deveria ser aumentar as comunidades eclesiais. É sumamente importante investir na participação e na experiência comunitária. Devemos chegar às pessoas. Muitos “deixam” a Igreja para de fato encontrar a Deus. Não podemos nos esquecer que por trás do vocacionado e da vocacionada existe uma pessoa. O Cristianismo deve potencializar o humano. A ação pastoral num processo formativo é essencial para o amadurecimento vocacional

II) MARCO TEOLÓGICO - Teologia do discipulado e da missão
O teólogo João Batista Libanio, religioso Jesuíta e sacerdote, professor na FAJE (Faculdades Jesuítas), em Belo Horizonte (MG), autor de vários livros e artigos, proferiu palestra no terceiro dia do congresso, sobre a Teologia do discipulado e da missão
A teologia do discipulado e da missão nasce da pessoa de Jesus. A base está em seu gesto de chamar os discípulos. E ele não chama sem antes tomar consciência de sua própria missão. Em seu contexto acentua o pólo da misericórdia. Com os discípulos, começa a anunciar o Reino de seu Pai e aceita que sua obra continue por outros. Ele propõe duas condições fundamentais aos discípulos: deixar tudo e vincular-se à sua pessoa, expressão da mudança de vida. Trata-se de estabelecer com ele comunhão, participar de sua vida e destino.
DESAFIOS DEPOIS DE APARECIDA
O aspecto teológico-canônico emperra muitas iniciativas na questão dos ministérios. Faz-se necessário fazer tentativas e aparar as arestas equivocadas, começar no pequeno, sem muitas pretensões, para lentamente avançar. A vida consagrada é desafiada a retomar o vigor missionário de outrora, recuperar o amor primeiro. Os cristãos leigos e leigas, a partir do Vaticano II, são vistos como povo de Deus, consagrados pelo Espírito, comunicador do mesmo na tríplice missão: profética, sacerdotal e real. Precisamos crescer, no entanto, na valorização da presença da mulher na Igreja, enquanto portadora de carismas e habilitada aos ministérios.

III) MARCO OPERACIONAL: Um serviço de animação vocacional missionário: indicações pastorais
Gilson Luiz Maia, sacerdote Rogacionista, assessorou o penúltimo dia do congresso, quando os participantes começaram a elaborar as indicações pastorais para o serviço de animação vocacional. Pe. Gilson já foi assessor do Setor Vocações e Ministérios da CNBB e do Departamento de Vocações e Ministérios do CELAM. Atualmente reside em Bauru (SP), e presta assessorias no setor vocacional. Publicou alguns livros na área, sendo o mais recente: “O Jeito de Maria, uma aproximação à Mãe de Jesus desde a perspectiva da pastoral vocacional e juvenil” (Editora Santuário).
Pe. Gilson afirmou que “todos os livros da Sagrada Escritura manifestam de alguma maneira o chamado de Deus para a vida e a missão”. Isto supera, de alguma forma, um antigo hábito de considerar como texto vocacional apenas algumas seletas narrativas. Nesse sentido, faz-se importante a Lectio Divina ou Leitura Orante da Palavra na animação vocacional, em vista da formação dos animadores e animadoras e do acompanhamento dos vocacionados e vocacionadas.



Reflexão – Edno Stanger
Pe. Tadeu, transmitiu de forma resumida o que vivenciou nos três dias em Itaici, SP, e sob a luz do Documento de Aparecida nos mostrou a preocupação da Igreja com o contexto atual da nossa sociedade. Nosso dever de rezar pela vocações, religiosas e leigas, e fazer com que a Palavra de Deus, chegue aos lugares onde se faz mais necessária. Os lares e as famílias. Por meio das pastorais, da catequese, dos círculos bíblicos, reanimando os valores perdidos no seio da família, que é a base da fé cristã. Visitar as famílias da comunidade, levar bênção aos lares, trazê-las para participar de encontros de famílias, (ou encontros de casais, como são conhecidos em alguns lugares), conhecer a realidades dos idosos, dos enfermos e de quem passa por algum problema de ordem psicológica ou financeira e precisam de uma palavra amiga, enfim, toda ação que promova o fortalecimento da família em comunhão fraterna com a comunidade e a Igreja.
Nós catequistas temos a principal ferramenta para fazer ecoar a Boa Nova, nos lares. E nós também somos a ferramenta de Deus para que esse eco se propague.

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1
Dia 11 de Setembro  - Jantar em Comemorção ao Dia do Catequista
Local

Foto (pode enviar para josistanger@gmail.com)

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Agosto


5
Dias 28 e 29 de Agosto (das 14h às 17h30)
IV Seminário Arquidiocesano de Catequese – Animação Bíblica da Pastoral - “ Como posso entender se ninguém me explica?” (At 8,31a)
Local – PUC PR
Palestrantes –
D. José Antônio Peruzzo – Discípulos e servidores da Palavra de Deus da Igreja do mundo. Leitura Orante da Bíblia
Pe. Zeca - A Interpretação da Sagrada Escritura
Pe. Gilson César Camargo – A Palavra na Liturgia
Pe. Roberto Nentwig – A animação bíblica na catequese
Sr. Terezinha Galote – Experiência práticas
Pe. Jair Fernandes Jacon - A Palavra nos pequenos grupos
D. Rafael Biernaski - Encerramento - Santa Missa
Representantes da paróquia – Catequistas, Altair, Edno, Meri e Geane

Reflexão – Edno Stanger


A Bíblia, nos foi revelada como uma carta de amor, e quem a escreve nos mostra a sua realidade, para que nós possamos entender o que se passava no lugar e na época. Nos conta das dificuldades, dos problemas e anseios, mas também nos mostra que o amor do Pai não abandona o seu povo, exemplo maior é que nos deu seu Filho para a redenção dos pecados de toda a humanidade. Por meio da PALAVRA, que é AR e nos mantém vivos, mas não apenas como ar que enche nossos pulmões, mas como AR que ao sair de nós em forma de PALAVRA, vai ao encontro de quem nos ouve e que por sua vez acolhe as nossas palavras, nosso ar, nossa vida. Essa Palavra, é força e poder. Mas o poder da palavra também pode ser usado para Amar ou Enganar. Palavra é como flecha, uma vez lançada, não pode retroceder. A Palavra tem por primeira função, ser Informativa, em segundo lugar, Formativa e por último, Performativa, ou seja vir acompanhada de uma ação.
Nós catequistas, temos como ferramenta primordial, a Palavra, e não é qualquer Palavra. È a Palavra de Deus, que sai do nosso coração e chega às crianças e de lá deve ecoar. Não é tarefa fácil, mas quem nos disse que seria? Quem nos disse que o AR que respiramos só serve para nos manter vivos? Não. Esse AR, é força e Espírito e deve chegar mais longe.




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4
De 23 a 26 de Agosto –  Curso de Formação Bíblica
Evangelho de João – Uma Leitura de João em perspectiva de festa
Local – Livraria Paulus
Palestra – Irmã Célia
Participantes da Paróquia – Pe. Raulino, Dalva, Marinalva, Sr. Antônio e Josi

Reflexão: Josi
Pensemos nas festas do nosso tempo, da importância que se dá ao preparo de uma festa, da busca por um cerimonial amarrado em regras de etiqueta e da preocupação que se tem em “fazer bonito”, e que muitas vezes torna a festa superficial. Esquecemos que a festa só acontece quando nosso coração acolhe, respeita e é acolhido num ambiente de alegria, que pode ser uma simples reunião em casa ou num evento grandioso.
Receber convidados, ou participar de uma festa vai além da observação das regras criadas. É preciso convidar com o coração e acolher com alegria. Será que nossas festas, hoje podem ser chamadas de festas verdadeiras ou apenas encontros (eventos) sociais onde o centro desse encontro passa a ser a roupa que se usa, a comida se serve, a bebida, a droga, ou as possibilidades amorosas? A verdadeira festa se faz na presença de uma alegria contagiante, pelo simples fato de se estar vivo para celebrar o nascimento, as amizades, as comquistas, a união e a fé.


João, nos mostra Jesus nas festas nos dá um presente. Mulheres de coragem, que mesmo tratadas como com inferioridade no seu tempo, foram exemplo de animadoras da fé em Deus. Na primeira festa narrada por João, as bodas de Caná, Maria, mãe de Jesus se impõe como Mãe e mesmo tendo do filho uma resposta negativa (Mulher, que existe entre nós? Minha hora ainda não chegou. Jo 2,4) Ela ordena que façam o que Ele pedir. Assim, ela como mulher se coloca no lugar dos noivos, sente o problema que eles terão e pede ou sugere ao filho que os ajude. Jesus, mesmo contrariado demonstra seu respeito por essa mulher que é sua mãe e atende seu pedido, ou sua ordem. Em outra passagem, vemos o texto da Samaritana, em que uma mulher, viúva (condição pior da mulher daquela época) que vai á fonte em pleno meio dia, horário em que não encontraria ninguém nas ruas, e assim não seria apontada nem desprezada, encontra Jesus que lhe pede água, e do qual recebe a água viva que alimenta a fé. Essa mulher também deixa de lado a sua condição, pois mais importante é levar a Boa Nova às pessoas de sua aldeia. São apenas alguns exemplos, entre tantos. Como as talhas de pedra das bodas, que foram cheias até a borda, nós também temos o dever de levar a nossa alegria de filhos de Deus, sempre transbordando.

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3
Dia 21 de Agosto
Aniversário do Pe. Raulino e Show com Emerson Jean
Local Salão Paroquial




2

Dia 15 de Agosto – Romaria ao Santuário de Nossa Senhora do Rocio
Paranaguá PR
Catequistas que participaram do passeio: Geane, Valéria, Suélly, Marli, Edno, Josi, Libânio, Marinalva, entre outros...




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1
Dia 14 de Agosto - Reunião dos catequistas da Matriz
Altair, Carol, Dalva, Edno, Josi, Lulizete, Suélly, Valéria, Marinalva, Luiz, Ney, Neuseli, Rafaela.